INFERNO

Só a palavra INFERNO já soa mal pra maioria das pessoas, incusive você, que está lendo meu blog, né? Vinda de um ateu então, parece coisa de pensamento Satanista. Mas não… não no post de hoje. Hoje vou falar até a minha ida ao INFERNO, e o que encontrei por lá. E me sinto na obrigação de compartilhar isso em português, já que o Brasil é um país católico, e nos meios católicos, ninguém fala muito do inferno… é sempre algo como “Você não quer nem saber o que vai acontecer com vc, caso vá pro inferno! Credo em cruz!”. Poisé. Eu não estou no Brasil, e nem em um país remotamente católico ou cristão. Aqui na Tailândia, eles são BEM específicos sobre o que acontecerá com você caso vc faça coisas ruins, e vá para o… INFERNO*.

Neste final de semana, visitei um templo budista… é, mais um… mas não era qualquer um! É o templo budista que te MOSTRA certinho o que acontece quando vc vai pro inferno. Algumas das demonstrações são bem específicas, como “Isso é o que acontece se você mata alguém” ou “Isso é o que acontece se você desrespeita seus pais” ou ainda “Isso é o que acontece de vc é vagabundo”. É algo… inusitado, impressionante e para alguns, provavelmente assustador. Eu achei maravilhoso, adoro me surpreender em viagens! Mas enfim, vamos as fotos…

Está curioso…? Veja todas as fotos em meu PicasaWeb: http://picasaweb.google.com/leoviotti/

OBS: dou direito aqui para que qualquer usuário cristão e católico use as fotos em seminários e palestras, a fim de mostrar a realidade do inferno. E por já ter estado lá, digo, é QUENTE… tava 41°C e eu perdi uns 2L de água pelo menos! :D

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Preconceito social…?

Reproduzo aqui o a mensagem integral que meu pai escreveu em seu blog hoje, sobre a “nova cartilha educacional” do governo, que prega o ensino do errado. Ensino do errado! Piada? Não… só Brasil.

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Cá prá mim, aluno de escola pública DESDE o primário na Bauru da minha infância, essa tentativa de justificar o “falar errado” versus o “falar formal” como se fosse luta de classes, das populares progressistas versus as elites retrógradas, soa como uma grande besteira, enorme estultícia.

Nas aulas rotineiras, seria muito mais simples e mais rápido corrigir um erro do tipo “nós vai” ou “os menino pega” pelas formas corretas.

É, é isso mesmo, forma correta, sem o rótulo de ser propriedade de qualquer classe social.

O Machado de Assis, mulato filho de empregada, só tornou-se o que se tornou por escrever bem, e como escreveu bem! Se ele fosse argentino, como Gardel, os portenhos estariam dizendo, ainda hoje, que Machado de Assis escreve cada vez melhor.

O Luiz Gama, rábula, abolicionista, também destacou-se pelo bem falar, trafegando tanto entre seus iguais de cor e origem social quanto entre as elites da época.

Agora mesmo, há poucos dias, o Lula, mesmo falando errado, ascendeu mercê de seu carisma e méritos inquestionáveis, mas tão logo chegou lá, poliu rapidamente seu linguajar e praticamente eliminou erros primários e agressivos ao ouvido; e duvido que hoje ele volte ao “menas isso, menas aquilo”!

E o mais absurdo de tudo é o Estado dar suporte ao enfoque canhestro mostrado em “Por uma vida melhor”.

Melhor?!!! Uma grande piada.
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Autor: Fernando Marchini
fonte: http://f.marchini.blog.uol.com.br/

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Tigres Brancos na Crocodile Farm, Pattaya, Tailândia

Segue mais um vídeo feito na Crododile Farm, em Pattaya, Tailândia. Belíssimos tigres brancos, praticamente ao alcance de nossas mãos… é uma visão maravilhosa, animais lindos, “gatões” com sono por causa do calor. O vídeo não passa nem 1% da sensação de estar de frente a eles, mas mesmo assim, espero que alguém curta… :)

(disponível em FullHD 1080p)

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Respeito ao Consumidor (1)

Dia desses, percebi que “sumiram” 150 Baht em créditos do meu celular, em um final de semana, sem uso, e como sempre, reclamei. Mas antes, vamos aos fatos…

Sabendo que meu plano de dados venceria no sábado, comprei 300 Baht em créditos adicionais para, na quarta-feira, ter saldo suficiente para sua renovação… mas por não ter muito uso, acabei esquecendo de adicionar esses créditos. O plano custa 428 Baht por mês, e me dá 500mb de tráfego em Edge/GPRS (existem planos 3G já, mas a cobertura 3G é restrita a UM shopping).

Na sexta-feira, tendo 219 Baht, na conta, acabei esquecendo de adicionar os créditos recém comprados, e mesmo me lembrando mais tarde, estava tranquilo, pois não iria usar a conexão de dados, e se precisasse, havia sido informado 2 meses antes que o custo disso seria de 10 Baht por MB – ou seja, nunca perderia muito dinheiro…

Na segunda-feira, lembrando que era dia em que eu precisaria dos dados, verifiquei minha conta e, para minha surpresa, haviam apenas 25 Baht restantes. Fiquei “enfurecido”, já pensando em ligar pro suporte e “destilar a raiva” no primeiro infeliz que atendesse. E assim foi.

Disquei 1175, já prevendo esperar 200 min pra ser atendido… cliente pré-pago, né? Opção 1 para inglês… depois opção 2, denovo pra inglês… depois opção 0, pra falar com um atendente e… NOSSA, 30s depois, fui atendido!

Passado o primeiro “susto”, do atendimento super rápido numa segunda-feira pela manhã, expliquei todo meu problema para o atendente – que falava inglês, com “british accent” super bem – e ele super atencioso, me pediu 2min para verificar os gastos no sistema. Ok, lá vai o papinho de colocar em espera… não deu 1min e ele estava comigo denovo, falando que localizou os gastos – aparentemente, quando meu plano de dados VENCE e não é renovado, os dados Edge/GPRS são revertidos para cobrança em MINUTOS, ao custo de 1 Baht por minuto, ou cerca de US$ 2/h. Caríssimo.

Reclamei ao atendente, que me foi passada informação errada, etc e tal, no que ele pareceu me entender e aceitar a reclamação, apesar de insistir de que nada poderia ser feito. No meio de minha argumentação, mostrei pra ele que dado nenhum, ou quase nenhum, havia sido trafegado, e avisei que já tinha 400 Baht em créditos aqui comigo, mas que não iria adicionar esses créditos, já que o total não chegaria ao necessário para renovação do plano, voltando a “comer meu crédito”, ao menos que houvesse a restituição do valor debitado “incorretamente” (corretamente, segundo os planos da operadora, mas incorretamente, segundo o que me foi passado anteriormente). Sendo sempre direto e sensato, o atendente me pediu de 30 a 60min para retornar a ligação, com alguma posição oficial da empresa. Apesar de todos os sinais positivos anteriores, já me preparei pra esperar… indefinidamente… por uma resposta que nunca viria. Nos despedimos, e encerrei a ligação.

Olha… o que eu vou contar agora pode parecer mentira… mas EU JURO que não é! O mesmíssimo atendente RETORNOU a ligação em 3 minutos, e falou que se eu adicionasse os 400 baht de crédito nos próximos 15min, ele tinha conseguido permissão pra me restituir o que fosse (?!) necessário para reativar o plano de dados! Eu fiquei BESTA, tanto com a posição dada, quanto em relação ao tempo que eu perdi pra isso tudo!!! Confirmei pra ele que iria adicionar o crédito assim que encerrasse a ligação, agradeci a ajuda e nos despedimos. Como combinado, adicionei os créditos… já estavam na minha carteira mesmo a dias, nada de mais.

Não deu 5 minutos e o atendente me ligou NOVAMENTE, pra confirmar que já havia restituído 120 baht na minha conta, e reativado meu plano de dados, e perguntar se eu precisava de mais alguma coisa, e se estava satisfeito com o atendimento. Simples assim. Pelo que eu tenho lido, “igualzinho” no Brasil. :)

Ah, detalhe: eu reclamei por 200 baht, o que é “bastante” dinheiro pra celular pré-pago local, mas que não passa de algo em torno de R$ 10.

Bem vindo ao resto do mundo, povo do Brasil… :)

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Show no Parque dos Crocodilos em Pattaya/Tailândia

Segue o vídeo que eu fiz em Pattaya, costa leste da Tailândia, no “Crocodile Farm and Thousand Year Park”

Está em Thai, e eu não sou um excelente filmografista… mas a língua pouco importa, e a câmera ajuda MUITO!

(pelo YouTube, o vídeo está disponível em FullHD, 1080p)

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O básico do básico de Bangkok – O nome!

Escrevi isso numa mensagem no News Athenas, explicando como a língua Thai é fácil ( :P ), mas acho legal colocar isso aqui também… O nome da cidade de Bangkok não lembra em nada “Bangkok”, nem escrito em Thai. Já perguntei a algumas pessoas, mas ninguém parece saber a origem exata de “Bangkok” – minha teoria no entanto é de que Bangkok era o nome de um dos “bairros” da cidade antigamente, talvez alguma região central. Digo isso, pois existem outros bairros com os nomes de BangNa, ou BangKapi (entre outros).

Mas enfim… o nome OFICIAL da cidade é “isso” aqui:

กรุงเทพมหานคร อมรรัตนโกสินทร์ มหินทรายุทธยา มหาดิลกภพ นพรัตนราชธานีบุรีรมย์ อุดมราช นิเวศน์มหาสถาน อมรพิมานอวตารสถิต สักกะทัตติยะวิษณุกรรมประสิทธิ์ (retirado da Wikipedia)

A leitura disso tudo seria algo como:

“grung thêp marrá nakhôn amôn ratanakossin mahinthára aiuthaiaá marrádílog póp noparát rátchathanii burirôm udomratchathaniwet marrásathan amôn phimân awathân sathít saggathatthiia witsanugsam prassit”

É… sem brincadeira. Não é só um nome, é basicamente a origem e o passado da cidade, os deuses que a criaram, etc… Bem legal inclusive, vou traduzir da versão em inglês que consta aqui:

http://en.wikipedia.org/wiki/Bangkok

A tradução seria algo assim:

“Deus Inthrá, a grande capital do mundo adornada pelas nove pedras preciosas, a cidade feliz, ao redor de um enorme Palácio Real que se assemelha à moradia celestial do deus reincarnado, uma cidade dada por Inthrá e construída por Vishnukharma.”

Obviamente que ninguém usa o nome COMPLETO no dia-a-dia, ele é reservado à ocasiões especiais… em uma conversa normal, quando alguém pergunta onde você mora, a resposta em geral é apenas “grung thêp” (você não fala o G e o P finais, corta o som da letra sem expelir o ar, então no fim é mais como “grun thê”, porém encerrado a palavra COMO SE fosse falar o G e o P. Segue uma breve explicação:

กรุง
go-gai
ro-rãê + sara-ú (sara-ú é a “coisinha” sob o rô-rãê)
ngo-ngu
=
grung

เทพ
sara-ê
tô-tarrân
phô-phân (o H aí serve pra mostrar que o som se arrasta, algo como “prrô prrân”)
=
thêp

มหา
mômá
hô-híp
sara-aa (า tem som de A “longo”)
= marráá

นคร
nônú
khô-kwái
rô-rãê
=
nakhon

กรุงเทพมหานคร = grung thêp marrá nakhon

A medida em que eu aprendo Thai, vou colocando mais umas coisas aqui… tem um post meu no PalmForum com algumas coisas, irei passar pra cá também, afinal, informação *NUNCA* é demais.

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First post… and a brief explanation of what this site is about.

This blog is not going to be written in a defined language. This first message is in English because right now, my mind is set to English (I’m watching Rome), but I do have many comments that only occur to me in Portuguese, and I’m not going to ignore, nor translate them. I also have things to comment in Thai, or even Spanish or Tagalog/Filipino, and I do not wrongly assume I know those languages well, which does not prevent me of writing or commenting on them.

I grew up, as many, on a regular-not-perfect family. Seeing the world differently from the people around me pushed me to leave my homeland, São Paulo city, in SP/Brazil. I’m just too different to stay. Right now I find myself with no land to call home… which is not much different than I felt for the years I lived back in São Paulo, the only major difference (and only someone who left it’s safe zone entirely will know that) is that, well… I’m far from everything I know – or I thought I knew. Which is not bad after all, since I didn’t like what I had anyway.

Most people know me as a “computer techie”, but I like to think of myself as a “general troubleshooter of the IT world”. I don’t pretend to know everything about everything, although I know a lot about many things, and nothing about much more. Good thing I’m surrounded by people who, as me, knows a lot about many other things, and I know well how to reach for information (which is not as easy as it seems). I do like to provide a good service on what-ever I say I will be at service, and it bugs me like hell when I’m not able to do so. Makes me depressed at times, which is the time when I usually close myself in my room, where alone and in silence, I look incessantly for the answers I’m trying to find. Sometimes it works, sometimes it doesn’t. Yet, that’s how I work, and that’s who I am.

At times I will write here about cases of clients, of troubles I had to solve, and ways to find solutions. I might as well write about things I wasn’t able to fix. As I said, I don’t pretend to know all and to be able to do all, but I do promise each and everyone of the people I attend to, to do my best and use all the tools I’ve been provided, and stretch my effort to the maximum, to solve their problems. Stupidly or not, money is not what moves me, but puzzles. And I do not believe in poor designed work-arounds (gambiarras, in portuguese) that will work just enough for me to get paid and disappear – even because I do not disappear, I’ve been in the same expanding circle of people for the past 14 years online. This site has been up, serving different purposes, for the past 10 years. And now I feel the need to share some of the things I’ve been through, here, which means I’ll be designing a new professional website, turned to explain and offer my consulting services.

Welcome! :)

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